Philatelia Cardoso

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Aerofilatelia |
Divisão da Filatelia que compreende as colecções de selos e documentos postais relacionados com o correio aéreo Conjunto de folhas onde se dispõem os selos que compõem a colecção. |
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Adelgaçado |
Estado de um selo cujo papel sofreu uma diminuição de espessura num ou mais pontos. Trata-se de um defeito que é frequentemente provocado ao descolar-se um selo do papel onde estava colado ou, ao arrancar uma charneira. O selo adelgaçado sofre uma desvalorização, dependente da sua raridade. |
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Aerofilatelia |
É a parte da filatelia voltada para o coleccionismo e o estudo de selos e documentos postais relacionados com o correio aéreo. |
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Aerograma |
Chama-se assim a um inteiro postal de correio aéreo |
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Álbum |
Conjunto de folhas onde se dispõem os selos que compõem a colecção. |
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Amostra |
Selos sem valor de franquia, distribuídos a titulo de promoção. Tais selos costumam trazer impressas palavras como «amostra», «specimen», «muestra», «Munster», «sagio» ou simplesmente uma ligeira tarja num dos ângulos do selo de modo a inutilizá-lo para o uso |
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Analógico |
Terminologia utilizada modernamente para caracterizar o Postal Máximo cuja figura do suporte apresenta, apenas, certa analogia com o motivo do selo No Máximo analógico falta, portanto, ou é mínima, a concordância de motivo. |
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Assemelhados |
Diz-se de uma série de artigos que são comercializados pelos correios, capazes de substituir a utilização do selo no franqueamento Os assemelhados, em geral, são portadores de um selo impresso, tal como no caso do Bilhete Postal. Todavia, outros assemelhados existem que, mesmo não exercendo a função do selo, são admitidas nas colecções, como é o caso dos carimbos. |
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Autômato |
É uma etiqueta para franquear a
correspondência emitida por máquina electrónica. |
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Balãograma |
Todos os objectos postais transportados por meio de balões. |
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Banda |
Reunião horizontal de selos não destacados uns dos outros. |
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Bandelete |
Margem superior ou inferior de uma folha de selos, que pode conter impresso o título da emissão, desenhos ou outros dizeres. Faz parte do selo, mas que pode ser destacada |
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Barrado |
Selo inutilizado com traços paralelos
por ter deixado de circular |
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Bissecto |
Fracção de um selo que foi cortado em duas partes para atender à falta de valores mais baixos |
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Bloco |
Conjunto de selos não destacados, em número
superior a quatro e formando um rectângulo com o mesmo número de selos
em cada lado. Aos blocos de quatro selos dá-se o nome de quadras. |
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Burilagem |
Fundo formado por linhas entrecruzadas ou paralelas, sobre as quais se destaca o desenho principal de um selo. |
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Cabeça de Marfim |
Selo de papel azulado em que no verso se destaca o contorno do desenho em branco. |
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Canto datado |
Quadra constituindo um canto de folha em cuja margem aparece a impressão da data da respectiva tiragem. |
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Carimbo |
Marca usada pelos correios para
assinalar na correspondência uma operação postal. |
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Centragem |
Posição do desenho de um selo em relação à parte não impressa que o cerca. Para que um selo seja bem centrado é necessário que esta parte seja igual à volta do selo, isto é, tenha as margens iguais por todos os lados, seja denteado ou não. |
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Charneira |
Pequeno rectângulo de papel vegetal gomado, usado para a fixação dos selos. |
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Cinderelas |
Denominação jocosa dada aos selos enganosos, ou seja, às simples etiquetas que outro mérito não têm senão enganar os coleccionadores, propositadamente ou não Etiqueta adesiva especificando a correspondência. Exemplo: "Aéreo", "Particular", etc. |
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Comemorativo |
Selo emitido para comemorar um determinado acontecimento. |
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Cortado em Linhas |
Nome que se dá ao selo não denteado que, durante a sua confecção, é previamente cortado, ficando preso aos demais apenas por pequenos pontos de intervalo em intervalo. |
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Cunho |
Peça que se destina à impressão de um selo |
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Defeito de Impressão |
Defeito no desenho ou na sobrecarga de um selo resultante de uma chapa de impressão defeituosa ou gasta pelo uso. |
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Denteado |
Para permitir a sua separação os espaços
entre os selos são perfurados. Quando se separam formam-se dentes nas
margens dos selos. Ao conjunto desses dentes é que se chama o denteado
do selo. |
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Denteado de Grade |
Denteado feito por uma quadrícula de cortantes que numa só descida perfura toda a folha. |
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Denteado de Linha |
Denteado feito por ferramenta constituída por uma única fiada de cortantes (linha), que vai picotando uma a uma, todas as linhas e colunas de selos que constituem a folha, deixando cortados irregularmente os cantos de cada selo. |
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Denteado de Pente |
Denteado feito por ferramenta em pente (fiada cortante e um conjunto de outras dispostas perpendicularmente) que perfura uma carreira de selos em três dos seus lados. |
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Descentrado |
Selo que não está bem centrado. |
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Desvalorizado |
Selo que por ter sido retirado da
circulação já não tem poder de franquia. |
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Dia do selo |
Instituído em 1936, o Dia do Selo visa comemorar, em cada país, a data em que o seu primeiro selo postal foi posto em circulação |
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Dia Universal do Selo |
Data em que se comemora a entrada em circulação dos selos provenientes da reforma postal preconizada por sir Rowland Hill, isto é, a 6 de Maio. |
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Dupla Impressão |
Os selos cuja folha entrou duas vezes na máquina de impressão |
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Emissão abusiva |
Deve ser considerada a emissão com tiragem muito acima, excessiva mente maior do que as reais necessidades do pais emissor, bem como aquelas em que os valores faciais dos selos excedem, em muito, as tarifas usuais no momento, tanto nacionais quer internacionais |
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Emissão bloqueada |
Diz-se da emissão em que, por um motivo qualquer, tem a sua comercialização oficial interrompida. |
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Emissão de fabricação particular |
Tal como os selos não vendidos nos correios, as emissões particulares, que os produzem, constituem a maneira fácil de ludibriar os coleccionadores Um governo deposto, por exemplo, e exilado noutro pais, promove a emissão de selos que são lançados no mercado como se fossem autênticos, constituindo o que se costuma chamar também «emissão pirata» |
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Ensaio |
Com o fim de ser escolhido o desenho definitivo de um selo, são tiradas várias provas dos modelos apresentados. As provas dos desenhos postos de parte é costume chamar ensaios. |
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Erro |
Selo emitido com características diferentes das que deveria ter. Em alguns casos um erro aproxima-se de uma variedade mas geralmente distingue-se dela por resultar de um erro humano ou defeito de produção e ser bastante mais raro. |
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Escolha |
Um selo perfeito sob todos os aspectos diz-se de primeira escolha. A falta de margens nos selos não denteados, a falta de um dente nos denteados, uma falha no papel, um carimbo muito forte, um vinco no papel, são causas suficientes para que um selo deixe de ser de primeira escolha. |
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Espécime |
Os selos que apresentam a sobrecarga SPECIMEN são provenientes de colecções enviadas como amostras à União Postal Universal para difusão pelos países membros, ou ainda, de distribuições para anunciar novas emissões ou de ofertas oficiais. |
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Espessura |
Diz-se da grossura, do encorpamento do papel utilizado na confecção de um selo. A medição se faz com o micrómetro e a espessura é dada em micra. |
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Etiqueta |
Tira de papel contendo um valor e outros dizeres ou desenhos que servem para franquear a correspondência. Utilizado nos balcões dos correios e por entidades particulares, passou a ser de uso generalizado com as máquinas de venda automática. |
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Fac-Símile |
Esta palavra aposta num selo, quer dizer que se trata de uma imitação e como tal é vendido. |
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Fancy Cancellation |
Expressão inglesa. Designa os carimbos com fantasias (figuras de animais, vegetais e objectos, desenhos ou manchas de silhueta) utilizados nos EUA. |
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FDC |
Sobrescrito de 1º Dia de emissão |
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Falso |
Chama-se assim a uma imitação de um selo feito por particulares. Existem duas categorias de selos falsos: falsos postais e falsos filatélicos. Os primeiros são feitos com o fim de serem usados na correspondência, defraudando assim os correios. Os segundos destinam-se a enganar os filatelistas. |
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Filigrana |
Marca de água que se encontra na pasta de papel, obtida durante o fabrico, e que normalmente se consegue ver, examinando o selo contra luz. |
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Filigranoscópio |
Utensílio para detectar o filigrana. Pode ir desde um simples tabuleiro, onde se coloca o selo e alguns produtos químicos, até aparelhos eléctricos. |
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Flâmula |
Associação de uma legenda publicitária a um carimbo datado. Recorte de carimbo especial usado nas colecções temáticas |
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Folhinha Comemorativa |
Folhinha com impressão alusiva a determinada comemoração e tendo afixados selos sobre os quais se apôs uma marca postal especial dessa comemoração. |
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Formato |
Figura geométrica em que está impresso o selo. As dimensões de um selo indicam-se em milímetros, não compreendendo senão a gravura excluindo as margens. Indica-se sempre a dimensão horizontal em primeiro lugar. Geralmente, a maior parte dos selos é rectangular, entretanto existem selos quadrados, hexagonais, triangulares, losangulares, redondos e alguns com formatos exóticos, como os de Tonga, em forma de banana, motocicleta e outras loucuras. |
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Fragmento Postal |
Peça filatélica que inclui o selo colado sobre um fragmento de correspondência de forma a apresentar o carimbo inteiro. |
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Franquia Mecânica |
Processo de carimbagem feita por meio de máquina |
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Goma |
Selo impresso sobre uma banda de papel, um sobrescrito ou bilhete postal. |
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Litografia |
Processo de impressão. O desenho é passado a traços gordurosos para uma pedra litográfica bem lisa, a qual é humedecida no resto da sua superfície. Ao pôr-se tinta na pedra assim preparada, ela adere às partes gordurosas e é repelida pelas que contêm água, podendo-se deste modo transferir o desenho para o papel onde fica impresso. Hoje existem diversas variantes em que a pedra tipográfica é substituída por processos mecânicos, químicos e fotográficos. |
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Mancolista |
Lista de peças filatélicas que faltam na colecção |
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Marca Postal |
Marca usada pelos correios para assinalar na correspondência uma operação postal |
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Marcofilia |
Colecção e estudo das marcas de correio. |
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Margem |
É o espaço por imprimir em volta do desenho de um selo. |
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Material |
Conjunto de documentos postais e filatélicos (isto é, que preenchem essas duas características) utilizáveis para constituir uma colecção. |
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Material Filatélico |
Todos os documentos postais emitidos para transporte de correio ou outros envios postais |
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Material Postal |
Todos os documentos emitidos pelas administrações postais ou sob o seu controlo destinados a satisfazer as necessidades daquelas, qualquer que seja a sua natureza. Tanto engloba materiais utilizados na circulação do correio (selos, carimbos, etc.) como de outro tipo (informações sobre a sua actividade, publicidade, explicação de emissões de selos, etc.) |
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Mecanofilia |
Estudo e coleccionismo das franquias mecânicas, bem como dos selos de máquina. |
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Milésima |
Número indicando o ano em que um selo foi emitido ou impresso e que pode fazer parte da própria gravura do selo ou estar impressa na margem da folha. |
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Não emitido |
Selo que embora pronto para entrar em circulação por qualquer razão. |
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Novidade |
Diz-se dos selos recentemente postos em circulação pelos respectivos países emissores |
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Obliteração |
Marca postal |
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Odontómetro |
Escala para medir os denteados |
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Pagelas |
Folhas impressas, numeradas, com reprodução e dados técnicos dos selos emitidos pelo Correio de Portugal As pagelas foram adoptadas a partir de 4 de Setembro de 1958. |
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Papel Acetinado |
Papel calandrado macio e com pouco brilho |
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Papel Avergoado |
Papel que apresenta à transparência soluções de continuidade na pasta, em forma de linhas. Estas podem ser horizontais ou verticais, ou formar losangos ou quadrados. |
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Papel com Fios de Seda |
Papel na pasta do qual se misturaram pequenos pedaços de fios de seda. |
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Papel Costelado |
Papel que apresenta uma superfície ondulada resultante de durante o fabrico passar entre cilindros com canelado |
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Papel Couché |
Papel de superfície macia e brilhante, brilho de pérola, resultante de ser preparado com uma camada de gesso. Este papel risca-se facilmente e quando lavado perde a sua boa aparência. Filatelicamente, é costume, entre nós, de o designar por papel porcelana. |
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Papel Esmalte |
Papel com uma superfície acetinada e brilhante |
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Papel Estriado |
Papel avergoado. |
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Papel Liso |
Papel que apresenta uma massa de composição uniforme e que observado contra a luz não mostra manchas claras ou escuras. |
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Papel Lustrado |
Papel calandrado brilhante, menos que o papel esmalte |
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Papel Marmorizado |
Papel do final da bobina que apresenta uma espécie de defeito que o torna todo lanhado como o mármore |
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Papel Pontinhado em Losangos |
É uma variedade do papel liso. Quando visto à transparência apresenta uma espécie de tecido composto de pequenos losangos. |
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Papel Porcelana |
Papel Couché |
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Papel Tintado |
Papel que recebe uma tinta de fundo na cor do selo bem enfraquecida, antes da impressão do mesmo |
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Papel Vergé |
Papel Avergoado |
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Par |
Conjunto de dois selos não destacados um do outro. |
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Peça Filatélica |
Nome dado a qualquer material filatélico. |
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Período de Validade |
Espaço de tempo em que um selo, série de selos, bloco, etc. , é considerado válido para o franquiamento da correspondência. |
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Picotado |
Denteado |
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Postal-Máximo |
Peça filatélica constituída por um bilhete postal ilustrado com um motivo relacionado com o desenho do selo e a marca postal que o inutiliza |
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Pré-Adesivo |
Período situado antes do aparecimento do selo postal, isto é, antes de 1840. |
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Pré-Obliterados |
Selos vendidos já com uma marca postal de inutilização para serem usados por grandes empresas no seu correio. |
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Prova |
Escolhido o desenho de um selo e feita a gravura, para a escolha do papel e cor a empregar tiram-se o que se chamam provas. |
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Prova de Artista |
É o desenho do selo feito pelo desenhador, impresso e já em gravura definitiva da qual se tiraram várias provas geralmente em cor negra. As provas de artista podem ser assinadas pelos seus autores tendo uma valorização considerável |
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Prova de Chapa |
Prova impressa, tal como os selos, em blocos de mais de um exemplar, podendo ser de cor, papel ou denteado |
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Prova de Cor |
Experimentação realizada antes da impressão definitiva do selo, visando testes e escolher a cor mais apropriada |
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Prova de Cunho |
Prova efectuada antes da reprodução da chapa |
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Prova de Denteado |
Prova para escolha de denteado |
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Prova de Gravador |
Prova mostrando o processo evolutivo do trabalho do gravador, e produzidas por sua iniciativa |
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Prova de Luxo |
Provas feitas com o fim de serem
oficialmente oferecidas.
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Prova de papel |
Prova para escolha de papeis |
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Prova de Prelo |
São assim chamadas as primeiras folhas impressas de um selo, tiradas em papel definitivo ou não, destinadas a ajustar a máquina e a perfeita distribuição da tinta. |
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Provisório |
Selo emitido para ter curso por um curto período para ocorrer a uma falta ocasional dos selos em curso |
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Quadra |
Conjunto de quatro selos Conjunto de quatro selos |
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Reimpressão |
Tiragem feita com a chapa original de selos que não estão em curso. Também é costume chamar reimpressões, às tiragens feitas oficialmente com chapas novas. |
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Selo Adesivo |
Selo postal adesivo, por vezes assim chamado para o distinguir do selo impresso numa peça postal, sobrescrito, postal, aerograma, etc. |
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Selo de Beneficência |
Selo emitido sem poder de franquia e cujo uso é obrigatório em determinados dias, destinando-se o seu produto a obras de beneficência. |
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Selo Comemorativo |
Comemorativo |
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Selo Fiscal-Postal |
Alguns selos fiscais tiveram uso postal servindo para franquear correspondência. |
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Selo Local |
Selo emitido numa cidade ou território e destinado unicamente a servir na correspondência trocada dentro dos seus limites. |
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Selo Novo |
Selo que não foi usado postalmente, conservando-se no estado em que foi emitido. |
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Selo Oficial |
Selo emitido para uso de entidades oficiais |
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Selo Telefone |
Selo utilizado para pagar uma chamada telefónica nos postos de correio. |
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Selo Usado |
Selo que cumpriu a sua missão e que foi anulado pelos correios por meio de marca Selo emitido para uso de entidades oficiais |
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Série |
Ao conjunto de selos emitidos dedicado ao mesmo assunto, chama-se série |
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Se-Tenant |
Expressão francesa significando «O que não se separa». É referido filatelicamente como o conjunto de dois ou mais selos, denteados ou não, nos quais o desenho encontra continuidade um no outro Desse modo, eles não devem ser separados, tratando de tê-los para coleccionismo. |
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Sobrecarga |
Inscrição impressa num selo e que tem por fim dar-lhe um destino diferente daquele que deveria desempenhar, ou torná-lo utilizável em data diferente da prevista. |
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Sobrescrito de 1º Dia |
Sobrescrito com impressão alusiva a uma emissão no qual se encontram afixados os selos correspondentes obliterados com um carimbo comemorativo do primeiro dia de emissão. |
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Sobretaxa |
Valor impresso num selo alterando-lhe o seu primeiro valor facial deveria desempenhar, ou torná-lo utilizável em data diferente da prevista. |
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Specimen |
Sobrescrito com impressão alusiva a uma emissão no qual se encontram afixados os selos Espécime correspondentes obliterados com um carimbo comemorativo do primeiro dia de emissão. |
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Talhe Doce |
Processo de impressão. O desenho é gravado em traços cavados nos quais se entranha a tinta, que é depois absorvida pelo papel humedecido. Valor impresso num selo alterando-lhe o seu primeiro valor facial |
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Tarja Fosforescente |
Barra de fósforo aplicada num selo para facilitar o manuseamento mecânico das correspondências Espécime |
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Tête-beche |
Par de selos em que as gravuras estão invertidas, uma relação à outra. Pode ser vertical ou horizontal. Processo de impressão. O desenho é gravado em traços cavados nos quais se entranha a tinta, que é depois absorvida pelo papel humedecido. |
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Textura do Papel |
Se a rede onde é depositada a pasta for uniformemente entrelaçada, então não deixa marcas e obtém-se um papel "não texturado". Se, pelo contrário, é constituída por fios regularmente dispostos, o desenho formado por estes transmite-se à pasta, ficando o papel "texturado". Do mesmo modo passam à pasta as configurações de peças que se incorporem na rede, conseguindo-se assim o papel filigranado. |
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Tipografia |
Processo de impressão. O desenho é gravado num cunho onde fica em relevo. Na superfície deste último deposita-se a tinta que é transmitida ao papel. |
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Tira |
Conjunto, horizontal ou vertical, de selos não destacados. Ao conjunto horizontal chama-se banda. |
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Tira de montagem |
Sistema de montagem de selos no álbum sem charneira |
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Tiragem |
Número de exemplares emitidos durante o período em que um selos está em circulação |
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Valor Facial |
Valor de franquia que aparece impresso no selo. |
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Valor Omitido |
Alguns selos são impressos em duas operações. Numa imprime-se o desenho e noutro o valor. Pode acontecer que uma folha deixe de receber a impressão do valor, passando os selos que a constituem a ser erros. |
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Variedade |
Selo que apresenta alguma diferença em relação ao selo que se considera tipo. As variedades podem consistir em diferenças de tonalidade da cor, diferenças de denteado ou papéis com diferença na gravura, etc. Uma variedade pode ser constante (quando se encontra na mesma posição em todas as folhas), não constante ou semi-constante (quando se encontra apenas em algumas folhas) |
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Vinheta |
Selo, sem poder de franquia postal, emitido por uma entidade, oficial ou particular, com o fim de angariar fundos ou como instrumento publicitário. Quando se emitem para fins filatélicos, como seja, publicidade de exposições filatélicas, chamam-se vinhetas filatélicas. |
Philatelia
Cardoso: www.Filatelia.pt.vu
Responsável: Edgar Cardoso (PhilateliaCardoso@hotmail.com)
Página criada em 22 de Abril de 2001